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O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, visita hoje a província de Sichuan, no centro, onde um sismo de magnitude 7 causou pelo menos 113 mortos, segundo o balanço mais recente da televisão chinesa.
As autoridades chinesas falam em mais de 100 mortos e milhares de feridos. A televisão chinesa diz que mais de 3.000 pessoas ficaram feridas, 147 das quais em «situação critica», e há cerca de 120.000 desalojados.
O sismo de magnitude 6,6 na escala de Ritcher ocorreu às 08:02 (04:02 em Lisboa) e atingiu Lushan, localidade situada a cerca de 120 quilómetros de Chengdu, a capital da província de Sichuan.
O primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, já chegou à zona mais atingida, Lushan, uma povoaçao do município de YaAn, situada a cerca de 120 quilometros de Chengdu, a capital da provincia de Sichuan.
«As primeiras 24 horas são decisivas para salvar vidas», disse Li Keqiang.
Milhares de soldados e agentes da polícia participam nas operações de salvamento.
O município de YaAn, conhecido como a terra dos panda, tem cerca de um milhão e meio de habitantes.
Já se sentiram desde o primeiro sismo 35 réplicas, algumas das quais com mais de 6 graus da magnitude.
As comunicações na região foram também muito afectadas, segundo a televisão chinesa.
Há cinco anos, aquela província foi abalada por um sismo de magnitude 7,9, que matou cerca de 87.000 pessoas.
Ler mais sobre aquela região do mundo e Timor-Leste em TIMOR LOROSAE NAÇÃO

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